29 de out de 2015

ARQUIVO FECHADO DE 30 OUTUBRO A 02 DE NOVEMBRO



                            PREZADOS(AS)  LEITORES(AS)



     


   DEVIDO À TRANSFERÊNCIA DO  FERIADO DO DIA 28 DE OUTUBRO (DIA DO

FUNCIONÁRIO PÚBLICO) PARA O DIA 30, O ARQUIVO FICARÁ FECHADO  ATÉ O DIA 02

DE NOVEMBRO (FINADOS). REABRIRÁ DIA 03, NO HORÁRIO HABITUAL.


                          ATENCIOSAMENTE

   
EQUIPE DO AHPAMV

27 de out de 2015

SEMINÁRIO SIARQ/POA:TRANSPARÊNCIA E INFORMAÇÃO

23 de out de 2015

SEMINÁRIO & DIREITOS HUMANOS:26,27 e 28 DE OUTUBRO


22 de out de 2015

ARQUIVOS PÚBLICOS MUNICIPAIS: PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA, TRANSPARÊNCIA E ACESSO À INFORMAÇÃO







Preocupação com documentos das câmaras dos períodos colonial e imperial motivou seminário organizado pelo Arquivo Histórico Moysés Vellinho
   


   Um seminário organizado pelo Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho reuniu durante todo o último dia 7 de outubro mais de uma centena de estudantes, professores, representantes de municípios e especialistas da área de preservação documental para debater políticas de gestão documental, preservação e salvaguarda de documentos, bem como transparência e acesso à informação.
O encontro se realizou na Cinemateca Capitólio e foi aberto pela coordenadora do CONARQ – Conselho Nacional de Arquivos - Domícia Gomes. Logo após, o professor da Universidade Federal de Santa Maria, Daniel Flores, fez uma minuciosa apresentação do sistema ICA-AtoM e sobre “acesso à informação, transparência ativa e certificação de documentos através da plataforma arquivística em software livre para arquivos na Internet”.
Também sobre o papel dos arquivos no direito à transparência e acesso à documentação pública, na parte da tarde, foi a vez do arquivista e historiador Alexandre Veiga. Ainda dentro da programação de palestras falaram a professora de História da UFRGS Helen Osório e o historiador responsável pelo Memorial da Câmara dos Vereadores de Porto Alegre, Jorge Alberto Soares Barcellos. Estes dois últimos focando mais na importância da documentação das câmaras na História do Brasil.

LANÇAMENTOS
Aproveitando a ocasião, foi lançado o “Guia de Fundos das Câmaras Municipais do Rio Grande do Sul: Períodos Colonial e Imperial – 1747 a 1889”, disponibilizado no site da Prefeitura de Porto Alegre, Secretaria Municipal da Cultuira, Coordenação da Memória Cultural, em: 



Vários representantes de outros municípios criados nos períodos colonial e imperial participaram do evento, que teve um momento de apresentação dos resultados do projeto “Câmaras Coloniais e Imperiais do Rio Grande do Sul”, promovido pelo Arquivo Moysés Vellinho em parceria com outras instituições arquivísticas e de memória do Estado e também da UFRGS.
Numa segunda etapa do projeto, os objetivos principais são a identificação, a digitalização e a catalogação de todos os documentos gerados nos municípios que já existiam antes da Proclamação da República. A maior parte desta documentação hoje está dispersa em diferentes instituições de memória. A catalogação, por exemplo, facilitará o acesso de pesquisadores e o aprofundamento dos estudos históricos.

SAERGS e CAU
Para buscar recursos que possibilitem a digitalização e catalogação dos documentos identificados pelo projeto “Câmaras”, a Secretaria Municipal da Cultura, através do Secretário Roque Jacoby e do Coordenador da Memória, Luiz Antônio Bolcato Custódio, firmaram no final do seminário um convênio de cooperação com o SAERGS (Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio Grande do Sul) e com o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo). As duas entidades irão colaborar para a realização desta segunda etapa representando o projeto em editais de investimentos públicos e privados em programas de preservação da memória e junto às leis de incentivo à cultura.



16 de out de 2015

Circo Universal (1875-1878)



           
Os gigantescos espetáculos circenses que até hoje estão presentes na cidade de Porto Alegre, trazendo alegria e diversão a uma grande parcela de pessoas, como o Circo Tihany, tiveram precursores no século XIX. O Circo Universal, construído para grandes produções e apresentações, foi um deles.
Em 1875, na Praça Conde D’Eu, o Circo Universal surgia sob a direção de Albano Pereira. A boa qualidade dos artistas e de suas apresentações logo caiu na graça do povo. Figuras carismáticas como Mme. Pereira e o mexicano Teodolo Ceballos agradavam o público, que naquele mesmo ano totalizava mais de 2.000 pessoas. O grande sucesso do espetáculo fez com que, no fim da temporada, Albano desmontasse o toldo mesquinho e trabalhasse para construir um grande circo. Depois de quatro meses, o construtor Manoel Afonso Rios apresentava aos cidadãos, no mesmo local, um pavilhão enorme - o Circo possuía 32 metros de circunferência e dois salões de entrada.




A inauguração das novas instalações, em 13 de agosto desse mesmo ano, repercutiu pela imprensa como um acontecimento de destaque pelo fato de não existir em toda a América um Circo-teatro que tivesse as mesmas proporções que o Circo Universal. Albano, elogiado pela crítica, agradecia aos habitantes de Porto Alegre por receberem todos os artistas de braços abertos e dizia que a melhor forma de retribuir essa acolhida seria oferecer um circo com todas as comodidades necessárias. O seu proprietário fazia o possível para manter a Companhia à altura das expectativas criadas, com apresentações de destaque como as pantomimas O Baile de Máscaras, O Contrabandista, Morto Vivo, entre outras.
            Até o fim de setembro o empreendimento ia muito bem, mas, com o passar do tempo, as peças deixaram de interessar o público, que já começava a desaparecer. O Circo Universal, que tanto tinha feito para agradar sua platéia, perdia a clientela. No mês de outubro, os visitantes, já em pequeno número, protestavam contra o artista Nelson, pois boatos referentes aos maus tratos causados por ele a um menino haviam se espalhado. A polícia acabou invadindo o local e, avançando sobre cadeiras e galerias, acabou provocando a saída dos espectadores.  
Essa ação policial não ajudou a melhorar a fama do circo, que então passava por maus momentos. O número de artistas foi diminuindo, e a cidade acabou perdendo um local de diversão. O Circo Universal acabou desgostando àqueles mesmos que o fizeram surgir. Os moradores da Praça Conde D’Eu chegaram a fazer um abaixo-assinado (registrado em Ata da Câmara de 6 de abril de 1878) em que pediam a retirada do circo.







No mesmo documento, registrava-se a solicitação por parte de Albano Pereira de um prazo maior para a  demolição do circo.

 



As instalações do Circo Universal foram finalmente demolidas em dezembro de 1878, deixando em Porto Alegre apenas as divertidas lembranças que seus grandes personagens proporcionaram.

(Ata da Câmara Municipal do dia 6 de abril de 1878)



Referências:

DAMASCENO, Athos. Palco, salão e picadeiro em Porto Alegre no século XIX. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1956.

Porto Alegre. Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal da Cultura. Catálogo das atas da Câmara de Vereadores de Porto Alegre; 1876 – 1885. Porto Alegre: Unidade Editorial da Secretaria Municipal da Cultura, 2004.

Fotos retiradas do blog de Ronaldo Marcos Bastos: http://ronaldofotografia.blogspot.com.br/2011/05/praca-xv-de-novembro.html

Livro de Atas da Câmara Municipal (1877-1883) – Ata de 6 de abril de 1878 - Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho.

DA COSTA FRANCO, Sérgio. Porto Alegre ano a ano: cronologia histórica: 1732 - 1950. Porto Alegre: Editora Letra&Vida,2012.


9 de out de 2015

Guia de Fundos das Câmaras Municipais do Rio Grande do Sul



     Prezados (as) leitores(as)


    O link abaixo contém o Guia de Fundos das Câmaras Municipais dos períodos colonial e imperial do RGS:






1 de out de 2015

FECHAMENTO DO AHPAMV DIA 07 DE OUTUBRO



                           Prezados(as) leitores(as)

      


 No dia 07 de outubro,quarta-feira,o Arquivo Histórico de  Porto Alegre Moysés  Vellinho estará fechado, para que a equipe de funcionários(as) e Direção  participe do seminário ARQUIVOS PÚBLICOS MUNICIPAIS: PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA,TRANSPARÊNCIA E ACESSO À INFORMAÇÃO,a ser realizado das 8h às 17h 30min na Cinemateca Capitólio.

                                

                          
 

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