28 de mai de 2014

HORÁRIO ESPECIAL DE ATENDIMENTO DO ARQUIVO HISTÓRICO DURANTE A COPA DO MUNDO 2014

                   
NOS DIAS DE JOGOS DO BRASIL E  JOGOS DA COPA EM PORTO   ALEGRE,  HAVERÁ   HORÁRIO    ESPECIAL   DE  ATENDIMENTO NAS SECRETARIAS MUNICIPAIS DE PORTO ALEGRE(INCLUINDO O ARQUIVO  HISTÓRICO   DE   PORTO ALEGRE),SEGUNDO NORMATIZAÇÃO DO DECRETO 18650/14:



O Ponto facultativo, nos dias úteis de jogos da Seleção
Brasileira de Futebol na Copa do Mundo de 2014, dar-se-á conforme
segue:
I – na primeira fase:
a) no dia 12 de junho (quinta-feira), a partir das 12h00min;
b) no dia 17 de junho (terça-feira), a partir das 12h00min; e
c) no dia 23 de junho (segunda-feira), a partir das 12h00min;
I
I – nas demais fases, ocorrendo jogos da Seleção Brasileira
de Futebol, o ponto facultativo dar-se-á a partir das 12h00min dos respectivos
dias úteis em que os jogos forem realizados.



  Art. 2º  O Ponto facultativo, nos dias úteis de jogos da Copa
do Mundo de 2014 em Porto Alegre, dar-se-á conforme segue:
I
–18 de junho de 2014 (quarta-feira), a partir das 11h30min;
I
I – 25 de junho de 2014 (quarta-feira), a partir das 11h30min;
e
I
II – 30 de junho de 2014 (segunda-feira), a partir das  12h00min.



 LEIA  A VERSÃO INTEGRAL DO DECRETO  18650, DE  13 DE MAIO DE 2014, NO LINK ABAIXO:



http://dopaonlineupload.procempa.com.br/dopaonlineupload/1123_ce_95071_1.pdf






                 


RESOLUÇÃO DO CONARQ SOBRE DOCS DIGITAIS



Resolução nº 39, de 29 de abril de 2014
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
ARQUIVO NACIONAL
CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS

RESOLUÇÃO Nº 39, DE 29 DE ABRIL DE 2014

                                                        
Estabelece diretrizes para a implementação de repositórios digitais confiáveis para a transferência e recolhimento de documentos arquivísticos digitais para instituições arquivísticas dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Arquivos - SINAR.  

          O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS - CONARQ, no uso de suas atribuições, previstas no item IX do art. 23 de seu Regimento Interno, aprovado pela Portaria nº 2.588, do Ministério da Justiça, de 24 de novembro de 2011, em conformidade com a deliberação do Plenário em sua 77ª reunião plenária do CONARQ, realizada no dia 20 de março de 2014,
           Considerando que o Conselho Nacional de Arquivos tem por finalidade definir a política nacional de arquivos públicos e privados e exercer orientação normativa visando à gestão documental e à proteção especial aos documentos de arquivo, independente da forma ou do suporte em que a informação está registrada;
          Considerando que as organizações públicas e privadas e os cidadãos vêm cada vez mais produzindo documentos arquivísticos exclusivamente em formato digital e que governos, organizações e cidadãos dependem do documento digital como fonte de prova e informação, bem como de garantia de direitos;

          Considerando que as instituições arquivísticas devem estabelecer política de preservação e possuir infraestrutura organizacional, bem como requisitos, normas e procedimentos para assegurar que os documentos arquivísticos digitais permaneçam sempre acessíveis, compreensíveis, autênticos e íntegros,
          Considerando que a gestão arquivística de documentos, independente da forma ou do suporte adotados, tem por objetivo garantir a produção, a manutenção, a preservação de documentos arquivísticos confiáveis, autênticos e compreensíveis, bem como o acesso a estes;
          Considerando a natureza específica dos arquivos digitais, criados e mantidos em ambiente tecnológico de contínua alteração e crescente complexidade, e que não se constituem como entidades físicas convencionais;
          Considerando a Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital do CONARQ, de 6 de julho de 2004, que manifesta a necessidade do, estabelecimento de políticas, procedimentos, sistemas, normas e práticas que levem os produtores de documentos a criar e manter documentos arquivísticos fidedignos, autênticos, preserváveis e acessíveis;
           Considerando a Resolução nº 2, de 18 de outubro de 1995, que dispõe sobre as medidas a serem observadas na transferência ou no recolhimento de acervos documentais para instituições arquivísticas públicas;
           Considerando a Resolução nº 20, de 16 de julho de 2004, que dispõe sobre a inserção dos documentos digitais em programas de gestão arquivística de documentos dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Arquivos;
           Considerando a Resolução nº 24, de 3 de agosto de 2006, que estabelece diretrizes para a transferência e recolhimento de documentos arquivísticos digitais para instituições arquivísticas públicas, resolve:
          Art. 1º Recomendar aos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Arquivos - SINAR, que tiverem por finalidade a transferência ou o recolhimento de documentos arquivísticos em formato digital, e de forma a garantir a integridade, a autenticidade, a confidencialidade, a disponibilidade e a preservação desses documentos, a adoção das Diretrizes para a Implementação de Repositórios Digitais Confiáveis de Documentos Arquivísticos, anexas a esta Resolução.
          Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

JAIME ANTUNES DA SILVA

http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm



HISTÓRIA DA PUC/RS VISITA O ARQUIVO HISTÓRICO


     No dia 16,  a professora Gislene Monticelli da disciplina de História e Acervos do curso de Graduação em História  oportunizou,aOS seus alunos, visita  à Instituição, visando "reconhecer a importância e diversidade dos patrimônios existentes no Arquivo histórico".




                                         VISITANTES    NA  SALA DO ACERVO  BIBLIOGRÁFICO


     VISITANTES  NA   SALA DO ACERVO DOCUMENTAL  SOBRE PORTO ALEGRE


       Num segundo momento, os  graduando puderam conhecer o Programa de Educação Patrimonial a partir dos cenários, figurinos, materiais didáticos.


             EXPLANAÇÃO SOBRE  O PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL



        Segundo a profª Gislene, esta possibilidade “permite identificar o potencial das atividades e ações educativas desenvolvidas na Instituição, sendo esta experiência um dos pontos altos  das visitas às instituições  e acervos realizadas ao longo da disciplina.”

Estas visitas fazem parte do Programa de Educação Patrimonial e podem ser agendadas pelo telefone 3289.8284

21 de mai de 2014

EMEF MARIANO BECK PARTICIPA DO "BRINCANDO DE EDITAR"








































20 de mai de 2014

1884:EM PORTO ALEGRE, A ABOLIÇÃO CHEGOU PRIMEIRO.


                             Estimados leitores!
     Nossa matéria desta semana é sobre o tema da escravidão, relembrado neste mês de maio em nosso país por ter sido o mês de sua abolição no ano de 1888. Porém, em nossa cidade de Porto Alegre, os escravos foram libertos quatro anos antes. Aqui no Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho, possuímos diversos documentos sobre a escravidão e a sua abolição em Porto Alegre no ano de 1884. Nesta matéria, apresentamos alguns deles nas imagens a seguir e que se  encontram à disposição para pesquisa. 


Até a próxima semana!

Equipe do AHPAMV















Ata com parágrafos sobre o tema “Preto forro” (fragmentos)



                        Ata sobre a escravidão no século XVIII (1798)






1884: Ata dos trabalhos do Centro Abolicionista

            1884: Livro de Ouro da Câmara de Vereadores especial (a libertação dos escravos)



                                                                FONTES

Ata de Vereança 1829-1830 (Livro 09)

Ata de Vereança 1794-1804 (Livro 04)









14 de mai de 2014

UM OLHAR SOBRE OS BAIRROS DA ZONA NORTE

          
  



     No  Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho,além dos documentos  sobre Porto Alegre, cartografia e   um     acervo bibliográfico de apoio, são disponibilizados para pesquisa  alguns periódicos editados em Porto Alegre,como o Correio do Povo, A Federação,a  Revista do Globo e outros. Para  integrar este acervo, foi feita uma doação de edições da ZH- Zona Norte, do período de julho de 1989 (com edições semanais)a janeiro de 1990 (apenas a primeira edição).

   Este suplemento é distribuído apenas na região que abrange os 19 bairros da Zona Norte: Floresta, Sarandi, Humaitá, São Geraldo e outros. O noticiário, bem como todo o conteúdo do suplemento é voltado para a região, com ênfase nos problemas  que afligem os moradores, informações de utilidade pública, comércio,eventos e atividades comunitárias.

   











     As edições recebidas compõem um volume encadernado, em ótimo estado de conservação e conteúdo pertinente à pesquisa sobre Porto Alegre. Um reforço para a hemeroteca do AHPAMV, com base no conceito  de que jornais e revistas também são fontes de pesquisa histórica.


       

9 de mai de 2014

EXPOSIÇÃO: O SONHO DA CASA PRÓPRIA



7 de mai de 2014

JOSÉ MARCELINO DE FIGUEIREDO: ALGUMAS FONTES DOCUMENTAIS


            
     
    Em 28 de Abril de 1814, há 200 anos, ocorria, em Lisboa, o falecimento de Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda, importante e controvertida figura que fez parte da história de Porto Alegre:


Somente assim terminava a carreira do intré­pido cabo de guerra, que viveu toda a sua vida a serviço do Império luso. Sepúlveda, sob o nome trocado de José Marcelino de Figueiredo, foi um dos garantidores da fronteira meridional da América, deixando um legado de “limpeza de mãos” por onde passou. Po­diam acusá-lo de desobediente os vice-reis, mas tiveram que reconhecer a sua honesti­dade e desprendimento. Não bastassem os importantes serviços prestados no Ultramar, ele foi também um dos principais articuladores da resistência ao domínio estrangeiro em Portugal no início do século XIX, numa conjuntura em que a reputação lusitana se achava bastante diminuída. Ambos motivos mais do que suficientes para que sua vida e trajetória seja melhor conhecida, não sendo reduzido à mera figura de suposto fundador de Porto Alegre. (KUHN, 2009, p. 177-178)

            
   Em nosso acervo, existe disponível para pesquisa documentação referente ao período em que Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda, sob o nome de José Marcelino de Figueiredo, prestou seus serviços à Coroa Portuguesa nestas terras do Rio Grande de São Pedro. Esse conjunto documental consiste em:


* Officios dos governadores, livro de correspondências recebidas 1769 a 1819.

* Atas da Câmara Municipal – 1766 a 1780.

            Destacamos alguns documentos desse acervo:

  • “Ao Juiz Ordinario e mais Officiais da Camara”, comunicando a chegada do  e marcando sua posse no governo do Continente de Rio Grande de São Pedro.  (22/04/1769)




  • “Ao Juiz Ordinário e mais Officiais da Camara”, ordenando novamente a “compostura dos principais passos, chamados o do Vigário, o do Capão, e o do Arroyo”, “para facilitarem, o transporte de Artelharia para defença destes Continentes”.(24/01/1771)







  • “Ao Juiz Ordinário e mais Officiais da Camara”, participando haver mudado “rezidencia com a Provedoria para este Porto que o (...) Marquez determinou fosse Capital destas Provincias”. (25/07/1773)






Fontes:
KÜHN, Fábio . Um governador em apuros - A trajetória administrativa de José Marcelino de Figueiredo (Rio Grande de São Pedro, 1769-1780). In: Andréa Doré; Antonio Cesar de Almeida Santos. (Org.). Temas Setecentistas - Governos e populações no Império Português. Curitiba, 2009, v. , p. 169-180.

Officios dos governadores, livro de correspondências recebidas 1769 a 1819.









2 de mai de 2014

BALANÇO DAS ATIVIDADES DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL ABRIL 2014


EDUCAÇÃO PATRIMONIAL:PARCERIA COM A CARRIS


 

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